sexta-feira, 13 de julho de 2012

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Idéia Dia dos pais

terça-feira, 5 de junho de 2012

O trem do forró- Festa Junina Alternativa Colégio




domingo, 3 de junho de 2012

Musica : O trem do forró

Mastruz com Leite - Trem do Forró (de: Jorge Nobre) O trem maluco vem fazendo vuco, vuco Animando Pernambuco, trazendo muito forró E o sanfoneiro vem tocando acor sertinho E eu dançando com a menina até descer o suó O trem maluco vem fazendo vuco, vuco Animando Pernambuco, trazendo muito forró E o sanfoneiro vem tocando acor sertinho E eu dançando com a menina até descer o suó É noite de São João, de São Pedro e Santo Antonio Nem que acabe o matrimônio, vou cair nesse forró Recife é mais de cem, Caruarú tem também Bom mesmo é no trem, pra a gente arrochá o nó Chap, chap, chap, chap Lá vem o trem do forró Chap, chap, chap, chap, chap Não tem folia melhor Quando chega em Carpina o trem enche de meninas Eita que o forró se agita, todo vagão tem chodó Alô Caruarú, vamos lá pro forrozão É a última estação do nosso trem do forró Chap, chap, chap, chap Lá vem o trem do forró Chap, chap, chap, chap, chap Não tem folia melhor

Festa Junina- O trem do forró

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Lembrancinhas de Páscoa!!!

segunda-feira, 19 de março de 2012

21 de março - Dia Internacional da Síndrome de Down

De norte a sul do Brasil, as Apaes estão prontas para lidar com todos os tipos de deficiência. Mas, neste mês, acontece algo muito especial. O dia 21 é dedicado às comemorações do Dia Internacional da Síndrome de Down. Foi a data escolhida pela Associação Internacional Down Syndrome International, em alusão aos três cromossomos no par de número 21 (21/3) que as pessoas com síndrome de Down possuem. E, neste ano, a comemoração é ainda mais especial, pois ela coincide com os 50 anos da descoberta da trissomia do cromossomo 21 pelo Dr. Jerome Lejeune. Síndrome de Down A síndrome de Down não uma doença. É uma ocorrência genética natural, que no Brasil acontece em 1 a cada 700 nascimentos e está presente em todas as raças. Por motivos ainda esconhecidos, durante a gestação as células do embrião são formadas com 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente. O material genético em excesso (localizado no par de número 21) altera o desenvolvimento regular da criança. Os efeitos do material extra variam enormemente de indivíduo para indivíduo, mas pode-se dizer que as principais características são os olhinhos puxados, o bebê ser mais molinho, e o desenvolvimento em geral se dar em um ritmo mais lento. Com apoio para seu desenvolvimento e a inclusão em todas as esferas da sociedade, as pessoas com síndrome de Down têm rompido muitas barreiras. Em todo o mundo, e também aqui no Brasil, há pessoas com síndrome de Down estudando, trabalhando, vivendo sozinhas, escrevendo livros, se casando e até chegando à universidade. Quebre a resistência e tome uma atitude: construa acessibilidade para a pessoa com deficiência intelectual Vamos usar o tema criado para orientação dos trabalhos de mobilização social e articulação da Rede Apaeana em 2009 para convidar nossas famílias e amigos e fazer com que todas as comemorações contribuam para a inclusão plena das pessoas com deficiência na sociedade. Outras mobilizações Com o tema "Inclusão para a autonomia", a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, parceira da Fenapaes, mobiliza sua rede para a comemoração desta data tão importante. As comemorações já estão sendo agendadas em várias cidades e, em Brasília, haverá até uma sessão solene na Câmara dos Deputados, que será realizada no dia 30 de março de 2009, às 10h. Mais informações: http://fbasd.blogspot.com/

sábado, 3 de março de 2012

Metamorfose da borboleta

A BORBOLETA PÕE UM OVINHO. DEPOIS O OVINHO VIRA UMA LAGARTA. A LAGARTA COME MUITAS FOLHAS. AÍ ELA SE ESCONDE EM UM CASULO E FICA LÁ. DEPOIS DE UM TEMPO A LAGARTA VIRA UMA BORBOLETA MUITO BONITA. (TEXTO COLETIVO-1º ANO 2012)

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Como estabelecer limites

Cotidianamente ouvimos falar em dificuldades de agentes socializadores como pais e professores em gerenciarem limites em relação a crianças e adolescentes. Pais assoberbados pelas tarefas profissionais ou mesmo domésticas, tendem a passar menos tempo com os seus filhos e, frequentemente, delegam a responsabilidade de sua educação a terceiros, como a própria escola. Outros, tem tempo para seus filhos, porém, não sabem como gerenciar as dificuldades no estabelecimento de limites. Tanto os pais quanto os professores têm dificuldades em entender tanto o comportamento de suas crianças como o seu próprio comportamento. Alguns, movidos pela 'culpa' em função do pouco tempo dispendido aos filhos, acabam por fazer concessões que podem desfavorecer o aprendizado de regras culturais e morais importantes. Há ainda, quem aja sob influência de orientações oferecidas em tempos passados, em que a educação caracterizada por limites muito severos era criticada, entendendo que dizer que 'não' aos filhos pode ser 'prejudicial'. A excessiva severidade, de fato, é desaconselhada, mas o 'laissez-faire' é igualmente prejudicial. Ausência de regras e limites na educação de crianças pode trazer sérios problemas ao relacionamento pais e filhos, além de produzir adolescentes e adultos com falhas em seu desenvolvimento pessoal e social, entre eles, a ausência de resistência à frustração e a infelicidade pessoal; o favorecimento do envolvimento com drogas e outros comportamentos infratores como a delinquência juvenil ou, até mesmo, o desenvolvimento de 'psicopatias' ou 'sociopatias'. A análise do comportamento e a psicologia possuem inúmeros estudos que comprovam a eficácia de algumas medidas razoavelmente simples, que os pais desconhecem ou encontram dificuldades adicionais em sua implementação. No entanto, a ausência de compreensão de termos técnicos e a ausência de 'tradução' ou disseminação em linguagem leiga podem dificultar a apropriação deste conhecimento pelos interessados. Tentaremos oferecer algumas orientações básicas a seguir: Em primeiro lugar, é necessário definir quais limites se deseja estabelecer, ou seja, o que 'pode' e que 'não pode'ser feito, o que vale a pena proibir, quais regras vale a pena estipular ou não. Isso varia de acordo com a época histórica em que vivemos, com a cultura na qual estamos inseridos, com cada família e com a idade da criança ou do adolescente, bem como o seu nível de desenvolvimento. Uma vez estabelecidos quais limites respeitar (horário de dormir, das refeições, dos estudos, das saídas com amigos, gerenciamento da mesada etc.), é necessário explicitá-los antecipadamente por meio de uma conversa, deixando claras quais conseqüências se seguirão ao seu descumprimento. Qualquer limite deve ser o mais claro possível de modo a eliminar qualquer ambigüidade, deve ser breve e conciso de modo a eliminar intermináveis rodeios e justificativas, em outras palavras, deve-se ir direto ao ponto. É importante agir com firmeza e sem hesitação. Uma criança identifica quando um não pode ser um talvez e, nesse caso, não irá cumprir o estipulado. Pais e professores inseguros em suas decisões geram crianças que testam suas possibilidades, de acordo com seus desejos, que nem sempre são os mais recomendáveis naquela situação . A palavra 'consistência' é de extrema relevância na aplicação de limites anteriormente estabelecidos. Quando se define que algo não pode ser feito, a regra não deve ser 'furada' de acordo com o 'bom humor' do responsável pela criança e novas regras não devem ser estipuladas baseadas no 'mau humor' de que as aplica. Não se volta atrás em um limite anteriormente estabelecido sob pena de ensinar a criança ou o adolescente que regras servem para ser descumpridas. Alguns pais discordam em relação ao que é ou não permitido e, nesse caso, recomenda-se que conversem e entrem num acordo sobre o que é básico cumprir, evitando confusão ou manipulação por parte da criança. As crianças não ficam infelizes com a imposição de regras e limites. Pelo contrário, sentem-se mais seguras sabendo o que podem ou não fazer, e podendo prever o que ocorrerá em caso de descumprimento. Pais que não toleram a frustração momentânea de seus filhos ensinam que deve-se obter tudo o que se deseja a qualquer custo e que qualquer sofrimento é intolerável. Um limite não deve ser quebrado porque a criança teve alguma reação negativa. É natural que ela teste os limites e é função do adulto manter o que foi combinado anteriormemte. Os limites, uma vez colocados, devem ser respeitados. Como fazer isso? Fornecendo as conseqüências previstas para o seu descumprimento e das quais a criança já deverá ter sido informada anteriormente (não brincar por não ter estudado, ir para o quarto se estiver jogando tudo no chão, não ir ao shopping se a nota tiver sido baixa etc.)... Não se deve acenar com uma conseqüência que não se poderá fazer valer e nem estalebelecer limites que não valem a pena ser cumpridos. É importante dizer que, além de prover consequências restritivas ao descumprimento de limites, conseqüências positivas devem se seguir ao cumprimento dos limites. A criança deve ser incentivada a cumprir acordos com elogios, atenção e afeto contingentes à adequação de seu comportamento no respeito aos limites. Mais e melhor do que punir o inadequado é reforçar o que é adequado. Muito mais poderia ser dito sobre o assunto, mas vale enfatizar que os pais devem ser um modelo de comportamento para os filhos. Nesse caso, não vale o 'faça o que eu digo mas não faça o que eu faço'. Pais com dificuldades em seguir regras e limites, que fazem as próprias leis e que desrespeitam normas e acordos em seus relacionamentos pessoais e profissionais ensinam os filhos a fazerem o mesmo. Algumas das orientações anteriores podem parecer fáceis e até ´óbvias', mas o fato é que adultos em geral tem uma grande dificuldade em implementá-las. Alguns tentam uma vez e não se concedem o direito de errar, desistindo em seguida. Mas o estabelecimento e o cumprimento de limites é uma aprendizagem para pais e filhos que vale a pena se permitir. Em caso de necessidade, vale a orientação de sempre: Procure um profissional especializado para ajudá-lo! Por: Dra. Maria Ester Rodrigues Fonte: Escritos Comportamentais

sábado, 14 de janeiro de 2012

Olá pessoal! Minhas férias estão ótimas...Tenho aproveitado cada instante para descansar, passear, ir a praia, caminhar e relaxar! Mas já estou muito animada para retornar ao trabalho,as idéias estão pipocando na minha cabeça...KKK Logo retorno cheia de novidades!!! Beijokas doces!!!